Professora Maria do Carmo, pré-candidata ao governo, critica falta de investimento em potencialidades do Amazonas e comenta índice de desemprego
Um estudo recente, com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revelou que o Amazonas apresenta uma alta taxa de desemprego de longa duração, que são pessoas que estão sem trabalho há dois anos ou mais, de acordo com o Centro de Liderança Pública. A pré-candidata ao governo Professora Maria do Carmo (PL) destacou que esse levantamento apenas confirma o que a população amazonense já sente no seu cotidiano: a falta de gestão, oportunidades e incentivos.
“Quando observamos esse ranking completo, uma comparação se destaca. Quem está em primeiro lugar, com o melhor desempenho do país, é o Mato Grosso do Sul. Lá, o governo optou por fazer o básico de forma eficiente. Investiu em suas potencialidades, apostou no agronegócio, atraiu investimentos e gerou empregos reais”, apontou Maria do Carmo, ressaltando que o Estado é governado pela direita.
Além do Mato Grosso do Sul, também se destacam no ranking dos estados com menor taxa de desemprego de longo prazo o Piauí, Pará, Roraima e Goiás. O Amazonas ocupa a 23ª posição entre as 27 federações.
“Aqui, o desemprego de longa duração se tornou uma rotina. E essa situação não se resume apenas à falta de renda. É uma questão de desesperança. Pessoas que param de acreditar. Esses números evidenciam algo bastante claro: os governos falharam. E não foi apenas um. Foram vários governos, ao longo do tempo, prometendo mudanças e entregando resultados insatisfatórios”, afirma a Professora Maria do Carmo.
Segundo a pré-candidata, só se fala em soluções para os problemas do Amazonas quando se aproxima o período eleitoral. “Promessas não geram empregos. Discursos não enchem a geladeira. O que realmente impacta a vida das pessoas é a gestão, a tomada de decisões e a coragem de investir no que realmente funciona. Se deu certo no Mato Grosso do Sul, pode dar certo aqui. O Amazonas possui potencial, riquezas e um povo trabalhador. O que falta é um governo que coloque tudo isso em prática”, conclui Maria do Carmo.
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